✔️ Lésbicas, gays, bissexuais e/ou transgêneros são mais vulneráveis a problemas de saúde mental do que heterossexuais;
✔️ LGBT+ têm mais chance de desenvolver problemas de saúde mental por uma série de fatores como: discriminação, isolamento, homofobia, desigualdades e violência;
✔️ Ansiedade, depressão, automutilação, pensamentos suicidas, estresse pós traumático e abuso de álcool e substâncias são os problemas de saúde mental mais comuns nos LGBT+;
✔️ A aceitação pessoal, familiar e social, tanto da orientação sexual quanto da identidade de gênero, afeta a integridade pessoal e segurança mental das pessoas LGBT+.
✔️ LGBT+ têm experiências ruins com os serviços de saúde, se sentindo insatisfeitos e discriminados pela maioria dos serviços de saúde mental, frequentemente ligados ao estigma social e à negação de seus direitos civis e humanos.
✔️ LGBT+ correm muito mais risco de sofrer crimes de ódio do que heterossexuais, sendo que gays, jovens e que fazem parte de minorias étnicas e negras têm riscos ainda maiores.
✔️ Pessoas LGBT+ sentem uma qualidade de vida pior do que pessoas heterossexuais, de acordo com os indicadores de qualidade de vida da OMS: sobre satisfação com a vida, felicidade e percepção de que as coisas que fazem valem a pena).
✔️ Falta de políticas e práticas para combater desigualdades e desvantagens da comunidade LGBT+, com impacto e efetividade.